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| SVG - Scalable Vector Graphics | ||
|---|---|---|
| Tipo | vectorial (permite inclusão de imagens raster) | |
| MIME | image/svg+xml | |
| Extensão | .svg ;.svgz | |
| Compressão | gzip (no formato ".svgz") | |
| Cores | 24 bits / 16 milhões | |
| Espaço de cor | sRGB ; perfis ICC | |
| Características | gradientes, transparência, animação, som, fontes embutidas, ECMAScript, ligação com ficheiros externos nos formatos PNG, JPEG, MP3, WAV | |
| Desenvolvedor | coordenação da W3C e apoios: Adobe, Agfa, Apple Inc., Canon, Corel, Ericsson, HP, IBM, Kodak, Macromedia, Microsoft, Nokia, Sharp e Sun Microsystems. | |
| Lançamento | 4 de Setembro de 2001 | |
| Última versão | 1.1 (2ª edição) (16 de Agosto de 2011) | |
| Licença | royalty-free vendor-neutral open standard | |
| Programas | vários | |
| Variantes | SVG 1.1 ; SVG Print ; variantes destinadas a dispositivos móveis: SVG Tiny 1.1 ; SVG Tiny 1.1+ ; SVG Basic 1.1 | |
| Website | www.w3.org | |
| Lista de formatos de ficheiros gráficos | ||
O Gráfico Vetorial Escalável, do inglês Scalable Vector Graphic (extensão .svg), mais conhecido pela abreviatura SVG, é arquivo XML aberto (não proprietário) que representa desenhos e gráficos bidimensionais de forma vetorial (usando fórmulas matemáticas) compatível com websites[1] (na forma estática, dinâmica, ou animada), criada pela World Wide Web Consortium (W3C) em 1999. Umas das principais características dos gráficos vetoriais é poder ser ampliado ou reduzido sem perder a qualidade/resolução de imagem.[1]
SVG é suportado por todos os navegadores Web modernos de forma nativa ou através de bibliotecas JavaScript (suporte nativo no Internet Explorer só é possível a partir da versão 9). Bibliotecas JavaScript[2][3] permitem suporte limitado em navegadores mais antigos.
SVG é um XML que desenha vetores gráficos.[4] A grande diferença entre o SVG e outros formatos vetoriais, é o fato de ser um formato aberto, não sendo propriedade de nenhuma empresa.[5] desenvolvido desde 1999 por um grupo de trabalho da World Wide Web Consortium, (responsável por definir outros padrões, como o HTML/XHTML) com base nos formatos PGML, da Adobe, e VML, da Microsoft, submetidos ao W3C por essas empresas em 1998.[6]
O arquivo vetorial armazena a imagem usando fórmulas matemáticas baseada em grade de pontos e linhas (ao contrário do arquivo rasterizado baseado em pixels, como o formato JPEG).[1] Assim, o arquivo SVG geralmente é menor que o arquivo raster, que são compostos por muitos pixels coloridos.[1]
A criação deste formato foi baseada em outros existentes: CSS, DOM, JPEG, PNG, SMIL e, XML. O formato SVG, neste momento, permite três tipos de objetos gráficos:

Quanto ao armazenamento, as imagens no formato SVG podem ser gravadas com a compressão gzip, sem perda de dados, podendo-se chamar neste caso, ficheiros SVGZ (assim como a extensão). Devido ao XML conter muitos dados redundantes, pode ser comprimido, resultando em ficheiros bastante menores. No entanto muitas vezes, o formato SVG já é por si menor que a sua versão em raster.
O fato do SVG salvar o texto como texto puro, facilita os leitores de tela escanearem as palavra contida nas imagens SVG; útil para as pessoas que usam scannes para ler as páginas online. E os algoritmos dos sites de pesquisa também conseguem ler e indexar textos da imagem SVG.[1]
A história deste tipo de arquivo (SVG) ocorre no final da década de 1990, quando o consórcio World Wide Web Consortium (W3C) solicitou aos desenvolvedores propostas para um novo formato de imagem vetorial.[1] Seis propostas apareceram e ajudaram a construir o formato do W3C.[1]
Até 2017 o SVG não era popular, então as pessoas começaram a ver os benefícios de usar imagem vetorizada nos navegadores Web modernos, tornando-se então popular.[1]
Gráficos SVG podem ser visualizados directamente nos principais navegadores, com suporte limitado nas versões mais antigas.
Com o compromisso da Adobe em suportar o formato em suas ferramentas, que sabidamente são largamente utilizadas por profissionais em editoração (para a web ou não), além do fato do padrão ser baseado em texto seguindo os padrões XML, o que torna fácil o aprendizado por imitação, é provável que a produtividade de seus usuários muito rapidamente alcance os níveis daqueles de formatos tradicionais. Isto deve tornar a adoção do formato rápida e indolor. Por exemplo, a biblioteca libplot, parte do pacote GNU plotutils, já fornece suporte para SVG, fazendo com que o desenvolvimento de programas livres com suporte ao formato já esteja a pleno vapor.
Dificilmente, porém, haverá uma revolução na web por conta da introdução do formato. Tampouco é de se prever a obsolescência de formatos atualmente em uso graças ao SVG porque os padrões de imagens bitmap continuam úteis nas aplicações apropriadas.
Devido às necessidades da indústria, foram introduzidos dois novos formatos no SVG 1.1: o "SVG Tiny" (SVGT) e o "SVG Basic" (SVGB). Ambos são derivados do SVG padrão, destinados a máquinas com limitações. Em particular, o SVG Tiny foi definido para dispositivos móveis com limitações de hardware, como os telemóveis (ou celulares). Já o SVG Basic é destinado a dispositivos móveis com mais capacidades, como os Assistentes Pessoais Digitais (PDA, sigla inglesa).